Estalis Sequi: Terapia Hormonal para Mulheres Pós-Menopausa
A menopausa representa uma fase marcante na vida da mulher, trazendo consigo alterações hormonais que podem impactar significativamente a qualidade de vida. O Estalis Sequi, uma terapia hormonal de substituição (THS), surge como uma opção eficiente para aliviar sintomas da deficiência de estrogênio e prevenir a perda óssea, principalmente em mulheres pós-menopausa com alto risco de fraturas. Este artigo aborda os benefícios, precauções e considerações sobre o uso de Estalis Sequi, enfatizando sua ação, contra indicações e implicações clínicas.
O que é o Estalis Sequi?
O Estalis Sequi é um sistema transdérmico que combina dois princípios ativos: estradiol e acetato de noretisterona, disponibilizados em uma dose de 50 microgramas/250 microgramas por 24 horas. Esta combinação oferece um equilíbrio hormonal, promovendo a reposição de estrogênio e progesterona de forma eficaz e segura. Ele é indicado para:
- Alívio de sintomas da menopausa: como ondas de calor, insônia e irritabilidade.
- Prevenção de osteoporose: especialmente em mulheres com alto risco de fraturas que não toleram outros tratamentos preventivos.
- Histórico familiar de doenças hormodependentes: como câncer de mama ou endométrio.
- Doenças prévias ou em curso: incluindo trombose venosa, hipertensão, doenças hepáticas e enxaquecas.
- Risco cardiovascular e metabólico: obesidade, diabetes e problemas de coagulação.
- Câncer de mama ou endométrio diagnosticado ou suspeito.
- Trombose venosa profunda ou embolia pulmonar.
- Hemorragias vaginais de origem desconhecida.
- Doenças hepáticas graves ou alergias aos componentes da fórmula.
- Dores de cabeça súbitas e intensas.
- Amarelamento dos olhos ou da pele (indicativo de icterícia).
- Sinais de trombose, como dor e inchaço nas pernas.
- Câncer de mama: Estudos apontam um aumento discreto no risco para mulheres em THS combinada, especialmente após 5 anos de uso contínuo.
- Câncer do endométrio: O risco é maior em mulheres que utilizam apenas estrogênios sem a adição de progestagênios.
- Trombose venosa: Há um aumento de 2 a 3 vezes no risco de formação de coágulos durante o primeiro ano de uso.
- Acidente Vascular Cerebral (AVC): Um risco ligeiramente maior foi observado em usuárias de THS.
- Melhoria da qualidade de vida: Reduzindo os sintomas debilitantes da menopausa, como sudorese noturna e secura vaginal.
- Prevenção de fraturas: A preservação da densidade óssea é crucial para mulheres com osteoporose pós-menopausa.
- Consultas regulares: Incluindo exames físicos e mamografias anuais.
- Monitoramento de efeitos adversos: Como alterações na mama ou hemorragias incomuns.
- Manutenção de um estilo de vida saudável: Com prática de atividades físicas, alimentação equilibrada e controle do peso.
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